segunda-feira, 21 de março de 2011

A Genialidade e a Reencarnação


Conta-se que um jovem médico procurou o notável compositor Mozart e lhe perguntou como deveria proceder para escrever uma sinfonia.

O grande músico lhe respondeu que ele era muito jovem para pensar em escrever sinfonias e lhe sugeriu que tentasse antes escrever baladas.

Indignado com a observação, o rapaz retrucou: Como pode me dizer que sou jovem, se o senhor escreveu sinfonias com apenas dez anos!

Realmente, concluiu Mozart, eu as escrevi com aquela idade, mas não perguntei a ninguém como fazê-lo.

A resposta do alegre músico austríaco nos conduz a destacar o prodígio que são algumas crianças.

O famoso Rembrandt já era pintor antes de aprender a ler. Miquelângelo, a quem devemos a maravilha das pinturas da Capela Sistina, no Vaticano, foi considerado um artista completo, aos oitos anos, por seu mestre.

O célebre escritor francês Victor Hugo revelou-se literariamente aos treze anos.

Crianças outras demonstraram bem cedo sua genialidade, qual seja a de dominar várias línguas, como o alemão, francês, latim, grego e hebraico; compor, pintar; escrever poemas ou outras peças literárias.

Os Espíritos nos explicam com clareza que tais fenômenos de prodígio são devidos ao progresso anterior da alma, a uma lembrança do passado, entendendo-se como passado as vidas anteriores do Espírito.

Equivale pois a dizer que nada do que se aprenda é perdido, em tempo algum.

Plenamente concorde com a Lei do Progresso, tais fatos nos levam a reflexões em torno dos talentos de que somos portadores, convidando-nos a atentar para o que possamos ter trazido de vidas passadas.

Descortina-se a razão pois que renascemos não somente para resgatar débitos, acertar problemas do ontem mas também para amadurecer avanços iniciados em outras encarnações.

Aqueles que mais sabem, que trazem melhores mensagens de vida e maiores experiências, são convidados a trabalhar em prol da vida mais bela e elevada.

É desta forma que benfeitores da Humanidade retornam vez ou outra ao cenário da Terra, revestidos de uma roupagem carnal diferente, para atender seus irmãos.

Quem haja se evidenciado nas artes e tenha brindado o mundo com produções belíssimas, pode retornar para se dedicar ao bem do próximo, exercitando a sensibilidade de outra forma.

Quem tenha se esmerado na Ciência, pode retornar servindo à comunidade em outro campo, totalmente diverso, sem perder jamais, em momento algum, o que aprendeu, exercitou, lecionou.

Isto também explica a facilidade de algumas pessoas para determinadas áreas do saber, das artes, da indústria, do comércio, das relações humanas.

Parafraseando Lavoisier: Nada se perde... tudo se transforma. E diríamos: para melhor.

O fenômeno do Espírito retornar à carne, em outro corpo especialmente preparado para ele, se chama reencarnação.

A reencarnação constitui excelente oportunidade de aperfeiçoamento, concedida por Deus, para o Espírito.

Assim, vale a pena aproveitar cada minuto da presente existência, fazendo o melhor que estiver ao nosso alcance.

Muita Paz

domingo, 20 de março de 2011

Influências Espirituais - ( Benéficas e Maléficas )



SUMÁRIO
Palavras Iniciais
O início de tudo
As conseqüências
Exemplos de Influências Espirituais benéficas
Exemplos de Influências Espirituais maléficas
Encerramento

PALAVRAS INICIAIS
O tema “Influências Espirituais”, justamente por ser muito importante, amplo e profundo, precisaria de centenas ou milhares de páginas para ser esclarecido, mas para ser esclarecido apenas de um modo geral haja vista que, por um lado, cada aspecto particular desse assunto precisaria de muitas e muitas páginas para ser explicado, e por outro lado, esse tema em si mesmo está diretamente inter-relacionado com vários outros assuntos igualmente importantes, amplos e profundos.

Para demonstrar as enormes amplitude e magnitude desse mega-tema, lembremo-nos que, à primeira vista, as Influências Espirituais poderiam ser consideradas como as influências exercidas por espíritos desencarnados sobre espíritos encarnados, mas, no entanto, sabemos que existem outros três tipos de Influências Espirituais, aquelas exercidas por espíritos encarnados sobre espíritos desencarnados, espíritos desencarnados entre si e espíritos encarnados entre si.

Neste trabalho, trataremos – de maneira muito resumida – apenas do mais conhecido tipo (*1) de Influências Espirituais: aquelas influências exercidas por desencarnados sobre encarnados.

Para mais e maiores esclarecimentos sobre os principais tipos de Influências Espirituais, leia a 3ª edição do livro “Influências Energéticas Humanas”, do mesmo autor, obra esta que, através de confiável mensagem mediúnica, foi considerado por Dr. Bezerra de Menezes como “um compêndio de grande valor cultural e reflexivo” sobre este importante e útil tema.

O INÍCIO DE TUDO

Quando e enquanto estamos encarnados, utilizamos nosso corpo físico, e vivemos e atuamos diretamente no Plano Físico (*2).
Quando “morremos”, melhor dizendo, quando morre o nosso corpo físico, imediatamente nos desligamos, em definitivo, daquele corpo, e passamos a habitar o universo paralelo ao Plano Físico (*3) chamado Plano Astral ou Plano Espiritual, utilizando o nosso corpo astral ou corpo espiritual ou perispírito.

Vivemos e atuamos no Plano Físico quando e enquanto estamos despertos e lúcidos no nosso corpo físico. Mas, diariamente, quando e enquanto o nosso corpo físico dorme, permanecemos desprendidos desse corpo e podemos atuar, com maiores ou menores restrições, diretamente no Plano Astral, utilizando nosso corpo astral.

O Plano Astral realmente é um universo paralelo ao Plano Físico porque, embora com vibrações (teores vibratórios ou energéticos) diferentes, esses dois planos podem ocupar, e normalmente ocupam, o mesmo espaço. Por exemplo muito conhecido, num determinado local do Plano Físico –igreja, centro espírita, loja esotérica, casa de umbanda, etc. – estão reunidos vários encarnados, mas, em paralelo, vários desencarnados também estão presentes naquele ambiente.

Após a “morte”, continuamos com a mesma personalidade, o mesmo caráter, as mesmas crenças, os mesmos conceitos, os mesmos sentimentos, etc. Em outras palavras, se antes de “morrermos” éramos bons, continuaremos bons no Plano Astral após a nossa “morte”. Se éramos maus, continuaremos maus. Se acreditávamos em Deus, continuaremos acreditando em Deus. Se acreditávamos em vida após a “morte”, continuaremos acreditando em vida após a “morte”. Se éramos corajosos, continuaremos corajosos. Se éramos covardes, continuaremos covardes. E assim por diante.

Após a nossa “morte”, poderíamos dizer que o local ou a região do Plano Astral onde passaremos a viver e atuar dependerá do livre-arbítrio e da vontade de cada um de nós, mas, em verdade, vários outros fatores também atuarão, inclusive, em alguns casos, fatores que independem do nosso livre-arbítrio e/ou da nossa vontade consciente.

Quais são esses nossos possíveis destinos imediatos após a nossa “morte”? Podem ser muitos e muito variados, mas, para ilustrar – note bem, apenas para ilustrar, haja vista que as possibilidades são muitas e muitas – vejamos cinco casos. Os dois primeiros são extremos, os dois seguintes podem ser considerados praticamente “normais”, e o último também pode ser considerado extremo, embora, infelizmente, seja muito comum:

Primeiro caso – Antes de “morrer”, Beltrano foi muito bondoso. Ele fez muito bem a muita gente. Imediatamente após a sua “morte”, ele foi recebido no Plano Astral por uma comitiva de espíritos de luz desencarnados que o conduziram para uma das colônias de luz do Plano Astral – tipo “O Nosso Lar”, descrito por André Luiz através da psicografia do saudoso Chico Xavier – onde passou a viver em excelente companhia.

Segundo caso – Antes de “morrer”, Fulano foi muito mau, perverso e impiedoso. Ele fez muito mal a muita gente. Imediatamente após a sua “morte”, ele foi compulsoriamente atraído para a pior região do Plano Astral, o chamado Umbral, onde durante muito tempo ele drenará, pela dor, as potentíssimas e numerosíssimas energias nocivas que ele acumulou (*4) no seu corpo astral – especificamente no seu campo magnético extrafísico – como inexorável resultado de todas as maldades praticadas por ele.

Quando e enquanto estamos encarnados toda e qualquer ação nossa gera as correspondentes energias extrafísicas através dos nossos chacras que, por sua vez, são ativados pelos nossos pensamentos, sentimentos, emoções, palavras, etc. O destino imediato de cada uma e de todas essas nossas energias extrafísicas é o nosso campo magnético extrafísico. Quando desencarnamos, levamos conosco o nosso campo magnético extrafísico. No caso de Fulano, enquanto estava encarnado ele não foi compulsoriamente atraído pelo Umbral (semelhante atrai semelhante) porque o campo magnético extrafísico dele estava fortemente ancorado no corpo físico dele. Mas, com a “morte”, ele perdeu aquela âncora e então foi sumariamente atraído pelo Umbral.

A mesma coisa acontece quanto e enquanto estamos desencarnados. Ou seja, quando e enquanto estamos desencarnados, toda e qualquer ação nossa gera as correspondentes energias extrafísicas...

Terceiro caso – Antes de “morrer”, Sicrano foi uma pessoa boa, porém excessiva e fanaticamente apegado aos seus entes queridos. Imediatamente após a sua “morte”, ele foi recebido no Plano Astral por uma comitiva de espíritos amigos que o convidaram a seguir com eles e passar a viver em uma colônia fraterna do Plano Astral. Ele recusou tal convite, ou não acreditou na veracidade daquele convite, e continuou a viver no Plano Astral, no universo paralelo ao Plano Físico, na companhia diária de seus entes queridos encarnados.

Quarto caso – Antes de “morrer”, Fulana acreditava piamente que não existia vida após a “morte”. Imediatamente após a sua “morte”, ela constatou que seu corpo (físico) estava definitivamente morto, mas, inexplicavelmente, ela continuava viva. Ela não compreendia o que estava acontecendo com ela, e logo ficou como que em estado de choque e/ou de semi-inconsciência e/ou de semi-loucura. Conseqüentemente, ela passou a viver como um zumbi, perambulando no Plano Astral, no universo paralelo do cemitério no qual seu corpo físico jazia enterrado. Numa variante deste caso, Fulana passaria a viver perambulando no Plano Astral, no universo paralelo daqueles locais do Plano Físico onde ela costumava freqüentar antes de “morrer”.

Quinto caso – Antes de “morrer”, Sicrana era desequilibrada, revoltada e agressiva, mas não era má. Imediatamente após a sua morte, ela foi recebida no Plano Astral por uma comitiva de espíritos bondosos que a convidaram a seguir com eles para uma instituição do Plano Astral onde ela seria assistida, orientada e ajudada. Ela recusou aquele convite e passou a viver – desequilibrada, revoltada e agressiva – perambulando no Plano Astral no universo paralelo ao Plano Físico. Pouco tempo depois, ela recebeu outro convite, que aceitou imediatamente, e passou a viver em uma colônia astral “barra pesada”, na companhia de pessoas desencarnadas semelhantes a ela.

AS CONSEQÜÊNCIAS

Após a “morte”, quais tipos de influências podem exercer os espíritos – agora na condição de desencarnados – sobre os outros espíritos que ainda estão encarnados? Basicamente, são quatro as respostas:

A primeira resposta é óbvia porque depende da real qualidade – mas não necessariamente da intenção (*5) – da influência espiritual exercida. Ou seja, se for uma influência espiritual realmente boa, o resultado sempre será positivo e benéfico para o encarnado. Mas se for uma influência espiritual realmente má, o resultado sempre será maléfico e prejudicial para o encarnado.

Infelizmente, é comum o caso de um desencarnado exercer uma Influência Espiritual visando “ajudar” um determinado encarnado, e aquela influência ser nociva àquele encarnado e até a outros. Por exemplo, a Influência Espiritual de um ciumento marido desencarnado que atua sobre sua ex-esposa encarnada, visando “poupa-la dos sofrimentos” causados por relacionamentos amorosos.

A segunda resposta esclarece o primeiro tipo propriamente dito de influência espiritual: as sutis influências mentais que desencarnados exercem sobre encarnados. São as induções que desencarnados fazem à vontade de encarnados, e as telepatias (idéias, intuições e inspirações) que desencarnados enviam mentalmente para encarnados.

Vale a pena frisar que estamos falando de influências espirituais que, como é óbvio, influenciam, em maior ou menor grau, as ações dos encarnados influenciados. Mas não obrigam os encarnados influenciados a agirem exatamente conforme as maneiras influenciadas. A única exceção são as raríssimas obsessões no mais alto grau, nas quais a vontade do obsediado é comandada pelo obsessor.

A terceira resposta esclarece o segundo tipo propriamente dito de influência espiritual: as sutis influências energéticas que desencarnados exercem sobre encarnados. São verdadeiros “bombardeios energéticos” que desencarnados fazem para encarnados.

A quarta resposta esclarece o terceiro tipo propriamente dito de influência espiritual: as atuações de desencarnados diretamente – ao vivo – no Plano Físico, através dessa ou daquela mediunidade.

Finalmente, concatenando essas quatro respostas básicas, podemos dizer que desencarnados – se assim quiserem, e conforme sejam as suas capacidades e possibilidades – podem exercer influências espirituais boas e/ou más sobre encarnados, através de meios mentais e/ou energéticos e/ou mediúnicos.

EXEMPLOS DE INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS BENÉFICAS

Felizmente – graças a Deus! – esses tipos de influências espirituais são muitos e muito importantes e úteis para os encarnados envolvidos direta e indiretamente.

Como é evidente, são aquelas sutis influências, sempre benéficas em maiores ou menores graus, umas facilmente perceptíveis, outras não, que benfeitores espirituais desencarnados deliberadamente exercem sobre encarnados.
O primeiro exemplo são as sutis induções ao comportamento ético e/ou moral e/ou fraterno e/ou solidário e/ou religioso e/ou politicamente correto de encarnados.

O segundo exemplo são as sutis boas idéias e/ou boas inspirações e/ou boas intuições feitas para encarnados.

O terceiro exemplo são os “bombardeios energéticos” benéficos a encarnados.

O quarto exemplo são as chamadas “incorporações” mediúnicas, através das quais benfeitores espirituais executam variadas tarefas diretamente no Plano Físico, todas extremamente úteis aos encarnados envolvidos direta e indiretamente, tais como escrever mensagens e livros (psicografia), fazer palestras (psicofonia), dar passes mediúnicos, etc

EXEMPLOS DE INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS NOCIVAS
Infelizmente – muito infelizmente – esses tipos de influências espirituais nocivas são muito mais freqüentes e atuantes do que se pode imaginar.

Na realidade, ninguém está imune a elas! Vale a pena repetir, ratificar e frisar que ninguém está imune a essas influências espirituais nocivas. Por que? Simplesmente porque tanto a iniciativa quanto a execução dessas influências espirituais nocivas dependem do livre-arbítrio e da vontade de outras pessoas desencarnadas. Portanto, essas influências espirituais são muitas, todas prejudiciais aos encarnados envolvidos direta e indiretamente.

Como é evidente, são aquelas influências espirituais, sempre maléficas em maiores ou menores graus, umas facilmente perceptíveis, outras não, que desencarnados, deliberadamente ou não, voluntariamente ou não, exercem sobre encarnados.
Genericamente, são chamadas de Obsessões (*7). Em palavras mais claras, são sutis influências espirituais nocivas, exercidas, intencionalmente ou não, por desencarnados sobre encarnados.

Ao pé da letra, só são consideradas Obsessões aquelas influências espirituais nocivas que são contínuas e persistentes.
O curioso é que, entre os vários tipos de Obsessões (*8) existem as involuntárias e até as movidas por amor.
Para maiores esclarecimentos sobre este assunto, veja, na “2ª Boa Idéia” deste site PortaLuz, o texto intitulado “Os 10 Principais Tipos de Obsessores”.

O primeiro exemplo de influências espirituais nocivas são as sutis induções ao comportamento anti-ético e/ou imoral e/ou anti-fraterno e/ou anti-solidário e/ou anti-religioso e/ou politicamente incorreto de encarnados.

O segundo exemplo são as sutis más idéias e/ou más inspirações e/ou más intuições feitas para encarnados.

O terceiro exemplo são os “bombardeios energéticos” prejudiciais à saúde física e/ou mental e/ou espiritual de encarnados.

O quarto e maquiavélico exemplo – felizmente raro, muito raro – são as “incorporações” mediúnicas, através das quais inteligentes e hábeis malfeitores desencarnados, fazendo-se passar por “mentores” espirituais, executam tarefas diretamente no Plano Físico, sempre visando enganar e/ou ludibriar e/ou prejudicar energeticamente encarnados. Com tal intenção maligna, sutil, oculta e dissimulada, eles escrevem mensagens e livros (psicografia), fazem palestras (psicofonia), dão “passes mediúnicos”, etc.

ENCERRAMENTO

Como vimos nessa análise, mesmo ela sendo tão resumida, o tema “Influências Espirituais” é muito mais amplo e profundo do que, à primeira vista, poderíamos imaginar. Também comprovamos que esse assunto tão importante e tão decisivo para nossa qualidade de vida é intimamente inter-relacionado com muitos outros importantes temas. Isto deve significar que, em nosso próprio benefício, devemos estudar, entender e compreender as “Influências Espirituais”.

Também vale a pena frisar que as “Influências Espirituais” – sendo fatos e fenômenos absolutamente normais e naturais da vida, todos decorrentes do nosso atual nível evolutivo – são independentes de nossos credos religiosos e/ou filosóficos e/ou doutrinários a este respeito. Em outras palavras, quer acreditemos ou não nas “Influências Espirituais”, elas existem! E o mais importante: elas atuam sobre nós e sobre nossos estes queridos!

Finalmente, como podemos detectar as atuações dessas sutis influências espirituais nocivas? E quando for o caso, como podemos nos curar desses males? Ah, isto é outra história tão comprida quanto... Ou seja, é um tema que extrapola o objeto deste trabalho que se propõe apenas a esclarecer, de maneira resumida, as “Influências Espirituais.

Entretanto, como já foi mencionado inicialmente, uma obra que responde a essas perguntas é a 3ª edição do livro “Influências Energéticas Humanas”, deste mesmo autor.

Origens das Deficiências Mentais Sob o Ponto de Vista Médico e Espiritual


DOENÇAS MENTAIS

A questão das doenças mentais á luz do conhecimento espírita, está bem explicada na seguinte entrevista, via Internet, com o médico Dr. Ricardo di Bernardi, membro do Instituto de Cultura Espírita de Santa Catarina.
1 - O que são, e quais são as deficiências mentais?
RDB- São significativas dificuldades de desenvolver raciocínios, organizar idéias, manifestar sentimentos ou a aparente impossibilidade de expressar sentimentos e raciocínios. São inúmeras!!! Poderemos detalhar mais adiante

2 - O que são e quais são os transtornos mentais?
RDB- Considero que são dificuldades súbitas ou secundárias a outros fatores, de expressar pensamentos e sentimentos. São inúmeros, dependendo da personalidade de cada pessoa, portanto, das peculiaridades de cada indivíduo.

3 - Qual a origem destes transtornos sob a ótica da medicina tradicional e sob a ótica espírita ?
Dr. Ricardo - Não consigo raciocinar nem entender as deficiências mentais ou transtornos sem incluir o raciocínio espírita , mas, poderia dizer que surgem quando um indivíduo sente-se agredido por um fator externo o qual bloqueia seu raciocínio ou sua sensibilidade psíquica. É muito comum que um fato tenha ocorrido muitos anos atrás, na infância por exemplo, e um fato novo ,muitas vezes simples e sem gravidade, seja associado, até inconscientemente, com fatos anteriores trazendo à tona questões antigas.

4 - Do ponto de vista espiritual, onde e quando se originam?
RDB- A origem é sempre espiritual, pois o cérebro não pensa, quem pensa é o espírito. O cérebro retransmite o que pensamos. O cérebro, também , não produz sentimentos, apenas reproduz sentimentos da alma. Nossos arquivos perispirituais contém registros de inúmeras encarnações que muitas vezes jazem adormecidos a espera do estímulo para serem corrigidos, burilados e reorganizados de forma equilibrada. Todo o raciocínio acima ,da medicina tradicional, é aceito pela visão espírita, apenas é ampliado pelo conhecimento do espírito. E, isto vale para todas as questões nesta área.

5 - Sob o ponto de vista médico e espírita, quais as causas ou origens das deficiências mentais?
RDB - Existem do ponto de vista médico:
- As que se manifestam pelo encontro de genes do pai e da mãe , genes que trazem determinação para defeitos ou doenças ;
- As que se manifestam por erros na separação ou distribuição de cromossomos no óvulo e ou espermatozóide;
- As congênitas ou seja as que aparentemente surgem por problemas durante a gestação como provocadas pela rubéola e outras doenças;
- As que se manifestam por traumas de parto, como por exemplo falta de oxigenação cerebral, determinando paralisia cerebral etc.
- As adquiridas após o nascimento, ocasionadas por :
a) acidentes graves;
b) infecções que afetam o sistema nervoso central tipo encefalites e outras:
c) desequilíbrios hormonais como doenças da tireóide e outras,
d) intoxicações graves por venenos ,
e) Senilidade ou seja envelhecimento do sistema nervoso central .
f) Doenças Degenerativas do cérebro , como Alzeimer. g) Acidentes Vasculares cerebrais ,AVC ( derrames, tromboses cerebrais ).
g) E muitas outras ...
Na visão espírita, o corpo espiritual, (corpo astral, psicossoma, perispírito...) traz , de outras encarnações, alterações energéticas ou desequilíbrios que vibram em uma determinada freqüência e ,por isto,sintonizam, favorecem, ou atraem estas situações de distúrbios mentais. Há , também, situações decorrentes da atual existência, assim: O espírito quando produz, constantemente, pensamentos ou expressa sentimentos de baixo nível ou seja , doentios, estes são veiculados pelo perispírito e manifestam-se no corpo gerando graves problemas e alterações no corpo físico modificando a expressão de idéias, pensamentos e sentimentos..

6 - Quais as finalidades ou objetivos espirituais das deficiências físicas e mentais? Débitos? Resgates?
As finalidades são, sempre, gerar benefícios, ou oportunidades de crescimento para o espírito.São conseqüências do automatismo da Lei Perfeita do Universo. Nunca são punições ou castigos. A LEI UNIVERSAL é automática. Deus é onipresente e, portanto, está dentro de nós. Quando o Mestre disse: "Vós sois deuses, Deus está em vós" , quis nos dizer : Deus não é um ser emocional e externo a nós, que tenha uma personalidade mutável... a Lei está escrita na nossa consciência , no nosso espírito. A LEI Universal ,não pune, não premia, não castiga e não perdoa, simplesmente é a LEI DE AMOR E JUSTIÇA... Como estamos mergulhados na Energia Divina, tudo que pensamos, sentimos ou fazemos retorna para nós, é a Lei de Ação e Reação. Automaticamente, há o retorno como há a liberdade em semear mas a obrigatoriedade ( automatismo) da colheita. No entanto, cabe-nos continuar a semear para colher ainda nesta vida melhoras importantes. Isto é o mais importante !

7 - Existe alguma deficiência mental e/ou física que não tenha causas espirituais ? Toda deficiência física e mental é decorrente da ação do espírito?
RDB -Somos espíritos encarnados, tudo que ocorre no corpo biológico decorre de fragilidades e tendências ( que podem ser amenizadas, tratadas ou evitadas ) do nosso corpo espiritual as quais, por sua vez, refletem as tendências e fragilidades da essência espiritual.Até mesmo acidentes ocorrem devido a predisposições espirituais do indivíduo. Predisposições não são fatos ou situações que são determinadas, repito, são tendências a serem evitadas ou tratadas. .Lembro que podem ser, também, predisposições ou atitudes do espírito tomadas na vida atual.

8 - Os transtornos mentais podem surgir subitamente em pessoas maduras?
RDB- Aparentemente sim, mas sabemos que os computadores do perispírito trazem não uma determinação mas uma fragilidade ou tendência neste sentido. A manifestação pode ser evitada conforme seu modo de vida ou conforme as atitudes desta pessoa ou poderão não ser evitadas conforme seu modo de agir nesta encarnação..

9 - As deficiências e ou transtornos mentais manifestam-se em estágios? É possível alguém ser portador de uma deficiência mental de manifestação tão sutil que permite o ser desfrutar de uma vida normal ? Elas podem ser hereditárias?Podem aparecer em fases da vida, de um momento para o outro?

Quais os motivos?
RDB- Há uma autoprogramação nos nossos "computadores" perispirituais no sentido de que o indivíduo expresse uma tendência ou dificuldade na época mais adequada para a eliminação do corpo espiritual dessa deficiência.. Tudo que fizemos em vidas anteriores está nos nossos arquivos. somos constituídos de trilhões de núcleos de energia .Tudo que somos , inclusive as questões que ainda não superamos constituem-se em registros ou núcleos de energia. Tais núcleos pulsam, irradiam vibrações que partem da profundidade do nosso espírito e atingem nosso corpo. Como continuamos pensando e emitindo sentimentos, estamos refazendo nosso destino e portanto com pensamentos de amor e harmonia neutralizando alguns núcleos, higienizando outros ou mantendo-os, e até estimulando novos registros. Problemas eclodem em certas épocas da vida dependendo das tendências anteriores, e das atitudes atuais. Há também registros que se exteriorizam na faixa etária correspondente a mesma idade que ocorreram no passado.É a nova oportunidade de refazermos o que fizemos de forma equivocada.

10 - No âmbito do perispírito, como podemos entender as deficiências físicas e mentais? São sempre provas?
RDB- Não , são muitas vezes oportunidades que pedimos pra desenvolver novas habilidades, novas percepções ,novas sensibilidades. Um grande missionário entre cegos solicitou que antes deste trabalho pudesse reencarnar como cego para associar todo seu amor e sabedoria a experiência de, também, ter sido cego. Associar teoria, amor, sabedoria e vivência prática.

11 - Os processos obsessivos prolongados podem resultar em danos mentais permanentes?
Sim, podem. Lembremos, no entanto, que esta história tem antecedentes. Ninguém está sendo obsediado sem uma longa história anterior que precisa ser detalhada, conhecida , analisada com amor e sabedoria.

12 - Explique a síndrome de Down.
RDB- Dá um livro bem grande... São espíritos que estão,por amor, tendo uma oportunidade de drenarem algumas deficiências perispirituais para o novo corpo físico. Estão se libertando de deficiências no corpo espiritual através desta drenagem. Cada caso é um caso específico. Seus pais ou afins que convivem, tem um histórico que os une e uma oportunidade de crescimento. Nunca devemos pensar em castigo nem punição esta é uma idéia distorcida e de influência judaico-cristã medieval. Exemplificando na síndrome de Down (= Mongolismo) como o fenômeno ocorre: Um espírito possui lesões no corpo astral , ao sintonizar as suas vibrações com a psicosfera materna, e com o chakra genésico materno, o seu magnetismo perispiritual determina, automaticamente, que a ovulação se faça de forma patológica. O óvulo ao ser formado ao invés de conter 1 cromossomo de cada par, ( numero haplóide) levará um dos pares colados,( o par número 21 irá em número diplóide) não se separam na meiose ou seja no processo em que o óvulo divide cada par em sua metade (daí meio = meiose ) seus cromossomos.

Antes de ser fecundado, este óvulo é envolvido pelas vibrações do espírito reencarnante refletindo o distúrbio perispiritual. As vibrações do óvulo , que correspondem as vibrações do espírito, atrairá o espermatozóide cujos genes estão na freqüência vibratória do merecimento ou necessidades evolutivas do espírito.Assim se oportuniza sejam drenadas os desequilíbrios energéticos para o corpo físico, visando libertar o corpo astral de campos energéticos ainda não harmonizados.

13 - Há sofrimento para o portador de deficiência física ou mental acentuada,que não pode usar o livre arbítrio e é dependente integral de terceiros, ?
RDB- Depende de cada espírito, não se pode generalizar um conceito para todos os casos. Na realidade , o que importa é que está sendo muito beneficiado. Alguns (não todos!) podem estar nesta condição para serem protegidos de grandes equipes de perseguidores espirituais que o deixavam desesperado, outros estão , por amor, se exercitando para outras vidas, outros ainda drenando defeitos do perispírito, e outros se propondo a auxiliar os pais a vencerem dificuldades etc...

14 - Os filhos de mães dependentes químicos podem ser afetados em sua gênese fisio-psíquica e apresentarem deficiência mental ao nascer?
RDB - Sim. Ambos estariam entrelaçados por provas e expiações comuns.

15 - Qual a situação do deficiente mental durante o sono físico? Seu espírito emancipa-se do corpo físico? Ele tem percepção de sua situação atual? Ele goza de lucidez? Mantém a deficiência mental ou liberta-se dela?
RDB - É variável. Às vezes é importante que ele fique preso ao corpo biológico para sua proteção dos obsessores, ás vezes se emancipa e retorna a consciência de seus conhecimentos, pois sua passagem aqui é para fins de experiência que solicitou. Às vezes é um espírito violento e, igualmente aos não-deficientes que são violentos, ao se libertar do corpo buscam companhias espirituais trevosas. Vejam , depende de cada caso. Não é possível generalizar.
16 - Os deficientes mentais comunicam-se com o mundo espiritual?
RDB - Sim. Pela emancipação da alma no sono, pela sintonia e influência dos protetores, pela sintonia e influência dos obsessores.

17 - Como ocorrem suas vivências espirituais e emocionais? Como é a percepção deles destes fenômenos?
RDB - Depende de cada caso. Alguns buscam ou são levados durante o sono às colônias de tratamento na espiritualidade, outros guardam percepções de encontros em outras regiões, outros ainda, registram no seu espírito-perispírito e cérebro novas intuições ou estímulos para despertar pensamentos e sentimentos.

18 - Ao desencarnar, o deficiente físico ou mental leva consigo, em seu perispírito, a deficiência experimentada na última existência?
RDB - A curto prazo, alguns sim, outros não.
A médio e longo prazo depende da mudança do padrão vibratório mental ou seja da natureza do seu pensamento e sentimento
No seu futuro imediato ou longínquo, todos serão não-deficientes .

19 - Uma encarnação é suficiente para curar uma deficiência mental grave?
RDB - Depende da mudança íntima do espírito.

20 - Como entender a evolução do espírito perante a deficiência física e mental?
RDB- Cada indivíduo tem um histórico:
Em alguns, o desequilíbrio, conseqüência do passado, está sendo reequilibrado através da drenagem no corpo físico. É uma oportunidade, dada pela Lei de Amor ,para que o espírito não permaneça no estágio de desequilíbrio

Para outros é como um momento de repouso mental visando aliviar suas angústias ou seu desespero. 21 - Nas famílias onde há portadores de deficiências físicas e mentais, é sempre prova para os pais de filhos portadores ou apenas para o reencarnante?
RDB- Geralmente todos ESTÃO envolvidos por um passado em comum. Lembro que este envolvimento pode ser, também, por amor, ou por se oferecerem pra auxiliar , mas não há o "acaso" simplesmente.

22 - Como podemos entender o caso de uma pessoa normal, que manifesta uma deficiência mental após ser vítima de um acidente, e fica tolhida do uso de seu livre arbítrio, já na idade adulta? Isto também é prova?
RDB- Já havia nos arquivos do seu corpo espiritual regiões em desarmonia que não foram trabalhadas e, permanecendo em baixa vibração, atraíram ou sintonizaram fatores ambientais que levaram ao acidente. Trata-se de uma conseqüência. Sempre será um aprendizado.

23 - O espírito que reencarnará com deficiência mental recebe antecipadamente auxílio daqueles que serão seus pais?
RDB- Alguns sim, se os pais tem condições.
Outros tem pais que não possuem equilíbrio ou condições para tal, os protetores espirituais fazem este trabalho.

24 - Quais os aspectos do tratamento e da conduta do indivíduo que merecem maior ênfase, no caso dos transtornos mentais?
RDB- Disposição, na sua essência ,para Reforma Íntima.

25 - Existe algum processo fisiopsíquico que permita a restauração do psicossoma de um deficiente mental? Como funcionaria?
RDB- Sim. Há casos de desencarnados que tratamos nas nossas sessões espíritas. Iniciamos esta restauração,( tive a ousadia de criar o verbete perispiritoplastia para este processo) A maioria deles continua o processo nos hospitais da espiritualidade.
Funciona pela impregnação perispiritual no enfermo de energias dos presentes, ectoplasma, energias da natureza e auxílio dos mentores espirituais.Não é infalível, não depende só de nós, sobretudo depende da fruta estar madura para ser colhida. Mas é preciso existir quem possa colhê-la .

26 - Quais as terapêuticas médica e espiritual indicada para o caso das deficiências mentais? E para os transtornos mentais?
RDB- Depende do cada tipo, melhor é associar várias frentes ou tratamento multidisciplinar com o espiritual.
Psicológico ( espírita melhor ainda )
Médico Homeopático
Médico Clínico
Médico Psiquiátrico
Sessões de Desobsessão
Tratamento e apoio aos familiares
Serviço Social de Caso e de Grupo com Assistente social .
Educação
Educação Espírita
Reunião Semanal de Harmonização no Lar

27 - A terapêutica do passe pode auxiliar no tratamento de cura das deficiências mentais? E no caso dos transtornos mentais?
RDB- Sim, a transfusão de energias pode auxiliar em qualquer situação. Como sempre, depende de sintonia, ambiente adequado, conhecimento melhor do problema e dedicação

28 - Quais as recomendações práticas, ao paciente e aos familiares, para lidar com as deficiências físicas e mentais e com os transtornos mentais?
RDB - Daria um livro bem grande... Resumindo: AMOR
29 - Qual a importância da convivência social para os portadores de deficiências mentais e transtornos mentais? (educação escolar, trabalho, esporte, etc.)
Aprendizado constante, exercício constante, renovação constante, oportunidade constante.
30 - A Casa Espírita, através da Doutrina Espírita poderia evangelizar os portadores de deficiência e/ou transtorno mentais?
RDB - Sim, porém, com trabalhos adequados e especializados
O sentimento fraterno tem o poder de relaxar, eliminar estresse e possibilitar melhor circulação de energias no organismo.
Equivale a saúde e bem-estar...

REENCARNAÇÃO


Quanto ao seu aspecto mais palpável, a tese da reencarnação já passou da esfera religiosa e filosófica para a área da pesquisa científica.

Cientistas das mais diversas partes da Terra vêm pesquisando a reencarnação há muitas décadas, e até agora ninguém conseguiu desmenti-la. Ao contrário, todas as evidências sempre apontam para a tese das vidas sucessivas.

As pesquisas sobre reencarnação abrangem um extenso leque de possibilidades de investigação, desde lembranças de vidas passadas e marcas de nascença, até recursos utilizados por peritos criminais, tais como a datiloscopia, pela qual tem sido comprovada igualdade em impressões digitais da pessoa reencarnada com a personalidade de que se lembra ter sido em vida passada.

PERGUNTA IMPORTANTE:
Por que a idéia da reencarnação têm encontrado tão granítica rejeição no mundo cristão, apesar da sua profunda lógica, já que os seus mecanismos refletem a mais perfeita sabedoria e
justiça de quem a instituiu?

Vamos narrar o resumo de uma das pesquisas realizadas pela equipe do médico Psiquiatra Dr. Ian Stevenson, à época em que dirigia o Departamento de Psiquiatria e Neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Virgínia (EUA). Dr. Stevenson já havia pesquisado e catalogado mais de 3.000 casos, 20 dos quais publicou num livro com 520 paginas, com o título 20 Casos Sugestivos de Reencarnação.

Trata-se de William George, um velho pescador do Alaska. George disse ao filho e à nora que se a reencarnação fosse verdade, ele voltaria como filho deles, ou seja, seu próprio neto. Entregou-lhes seu velho relógio de ouro, pedindo que o guardassem para ele. Disse também que o reconheceriam pelas marcas de nascença que a criança teria, e mostrou-lhes dois sinais: um no ombro e outro no antebraço, afirmando que seriam iguais. Meses mais tarde desapareceu no mar, durante uma tempestade.

Algum tempo depois a nora, Suzan, engravidou e teve seu nono filho, e a criança tinha dois sinais exatamente iguais e nos mesmos lugares dos sinais do avô. Mas o fato acabou caindo no esquecimento até que, aos 4 anos, o menino viu, por acaso, aquele velho relógio de ouro do avô, que a mãe havia guardado junto com suas jóias. Imediatamente o agarrou, dizendo: olha, é o meu relógio!... e não queria largá-lo. Só depois de muita lágrima e escândalo conseguiram tirar-lhe o objeto, que ele continuava afirmando ser seu.

Dr. Stevenson tabulou todas as evidências reencarnatórias deste caso, observando que o menino, desde cedo, começara a demonstrar impressionantes semelhanças com o avô, tanto nos gostos, nas inclinações, nas pequenas manias, quanto nas aptidões. Ele demonstrava grande conhecimento sobre tudo o que se referia à pesca, informando, inclusive, quais eram as baías mais piscosas. E apresentava até mesmo um defeito no caminhar, jogando o pé direito para fora, exatamente como o velho George, que machucara a coxa quando jovem.

E como se não fossem suficientes todas as evidências apresentadas, surgiram outras. A primeira vez que avistou uma irmã de seu avô (o velho George) gritou com muita euforia: olha, a minha irmã!!! Além disso, ele se referia ao pai e aos tios paternos, como filhos dele, e se preocupava muito quando dois deles exageravam na bebida.

Outros pesquisadores, como o Professor Dr. Hamendra Nat Banerjee (Universidade de Jaipur-Índia, com milhares de casos) e Dr. Hernani Guimarães Andrade (Brasil) também colheram excelentes resultados em suas pesquisas, relacionadas a lembranças reencarnatórias e marcas de nascença.
Essas “memórias espontâneas” geralmente ocorrem em crianças, quando estão começando a falar. Elas fazem referências, de forma muito natural, a fatos e situações da encarnação anterior, como se a vida presente fosse apenas a sua continuação.

Algumas se mostram revoltadas pela situação atual, como foi o caso de um garotinho nascido numa das castas mais pobres na Índia e dizia-se filho de família nobre. Os pesquisadores, seguindo as indicações que o menino dava, chegaram até a tal família, que residia a centenas de quilômetros de distância, comprovando tudo que ele dissera, inclusive nomes de parentes e conhecidos, assim como a época e a forma como havia morrido.

Em algumas destas lembranças também existem marcas de nascença que, de alguma forma, estão ligadas a traumas físicos que as crianças dizem ter causado a sua morte na vida anterior.
Tais recordações e marcas acontecem quando a nova reencarnação ocorre pouco tempo após a morte.

Em 1997 o Dr. Stevenson publicou um livro em dois volumes, com 2.500 páginas, Biology and Reincarnation, com casos documentados de memórias espontâneas ligadas a marcas de nascença.
Também o físico francês Dr. Patrick Drouot vem encontrando respostas para a reencarnação à luz da física moderna.

Em outra vertente dessas pesquisas vamos encontrar profissionais da saúde, como por exemplo os Drs. Morris Netherton, Bryan Weiss, Edith Fiori, Denys Kelsey e muitos outros que vão acumulando evidências reencarnatórias através da regressão de memória no cotidiano dos seus consultórios.

PERGUNTA FREQÜENTE
Qual é a diferença entre reencarnação e metempsicose?
Na antiguidade, o ensino sobre o renascimento possuía dois aspectos distintos: um era o esotérico, transmitido apenas aos iniciados e aos discípulos mais graduados. Esse ensino correspondia ao que atualmente se conhece através do Espiritismo e também das recentes pesquisas científicas. Ele não admite a possibilidade de reencarnações regressivas, como por exemplo, do homem em animal, e muito menos em vegetal.

O segundo aspecto desses ensinos era dirigido aos aprendizes e ao povo, admitindo que um espírito humano podia reencarnar-se em seres inferiores. Essa doutrina ficou conhecida como metempsicose, e através dela os líderes religiosos podiam conter os excessos dos indivíduos faltosos, ameaçando-os com o renascimento na condição de animais ou mesmo vegetais, caso não mudassem de conduta.

Mais tarde, esse elemento ou instrumento de contenção - o medo de renascer em espécies inferiores - foi substituído, nas religiões judaico-cristãs, pelo medo do inferno.

PERGUNTA FREQÜENTE
Por que não nos lembramos de nossas vidas passadas?
A natureza é sábia e sempre há razões para tudo.
Pense como seria se nos lembrássemos de todas as ocorrências dolorosas ou terríveis de que fomos protagonistas; se nos recordássemos de todo o mal que já fizemos e recebemos; dos ódios e dos amores...

Não acha que nosso psiquismo poderia implodir com toda essa carga?
Mas com a bênção do esquecimento, todo o material ligado a uma encarnação fica arquivado no inconsciente, permitindo que uma nova existência seja uma oportunidade inteiramente nova; um recomeço onde o espírito não sofre as pressões das lembranças das vidas anteriores, a fim de que possa reconstruir-se mais livremente. Todas suas aptidões, no entanto, seus valores morais e outras conquistas individuais, permanecem latentes, dando continuidade a si mesmo e, conforme a necessidade, ele pode ter acesso a algumas lembranças, durante o sono, que favorecerão sua conduta, ajudando-o a aceitar suas provações.

Se nos lembrássemos de nossas vidas passadas, como poderíamos receber por filho alguém a quem prejudicamos ou que nos fez sofrer? Com o esquecimento, porém, os ódios se acabam nos braços de pai e mãe.

Além disso, viver cansa. Uma encarnação tem o poder de gastar nossas energias, a nossa capacidade de viver, de vibrar e querer. Uma pessoa com 80 ou 100 anos, mesmo que tivesse energia física, não encontraria na existência o mesmo prazer, a mesma vibração de busca, de conquista que tinha quando mais jovem, isto porque ela já buscou, já conquistou, já vivenciou e já se encontra na fase cansada e às vezes até mesmo desiludida.

É como o final de uma festa, que esgotou todas as reservas de energias.
Seria terrível se uma pessoa vivesse 200, 300 ou 400 anos. Não haveria psiquismo (neste mundo moderno) capaz de suportar tamanha carga.
Também a morte não transforma a criatura. Quem é mau aqui no nosso espaço físico, continua a ser mau depois da morte; quem é avarento, orgulhoso ou imoral continua do mesmo jeito no mundo espiritual. Ninguém vira santo porque morreu.

Os espíritos muitas vezes reencarnam nos ambientes e/ou famílias onde viveram. É a oportunidade que a Lei Maior lhes dá para refazerem seus caminhos, corrigirem faltas e consertarem o mal que praticaram no passado.

Podem também voltar à Terra em ambientes estranhos. Quem foi mau filho poderá renascer como criança abandonada, para aprender a dar valor à família; quem foi orgulhoso poderá vir em condições de pobreza ou de subalternidade, para aprender a ser mais humilde; quem foi preguiçoso talvez volte à Terra sem saúde, desejando trabalhar, mas sem condições físicas para tanto; quem usou mal a língua, “levantando falso”, estimulando a imoralidade, a violência, a maldade ou a descrença em Deus e na vida, poderá renascer com problemas de fala ou mesmo completamente mudo, por causa do tipo de energia que gerou e acumulou nos órgãos da fala. O mesmo, quanto aos desvios do sexo; igualmente, aos mais variados vícios que interferem nas condições do corpo espiritual, refletindo-se nas futuras encarnações. Também o suicídio afeta profundamente esse corpo sutil que poderá gerar as mais diversas anomalias no futuro organismo, ao reencarnar.

As reencarnações de espíritos de pouca evolução ocorrem de forma quase automática, dentro dos mecanismos que as regem. Já as de espíritos mais evoluídos, ou dos que trazem missões ou tarefas importantes para o contexto geral, são planejadas com o devido cuidado, desde a elaboração de mapas com todos os detalhes biológicos para a formação do novo corpo, até aos cuidados com seu novo “habitat”, tais como, o país, a família e o ambiente onde deverá renascer, as condições de vida que terá, assim como o necessário para o melhor cumprimento da tarefa.

A reencarnação é a única explicação plausível para as inúmeras diferenças existentes entre as pessoas, desde que se acredite na existência de um Deus justo, responsável pelas leis que regem a vida. Ela reflete a sabedoria e equilíbrio dos mecanismos da evolução. Os sofrimentos, as dificuldades e as lutas da vida são os grandes professores que nos ensinam a viver e a conviver.

Na verdade, todos nós aqui na Terra sofremos por onde erramos. Não como castigo de Deus, mas como recurso necessário ao nosso reajuste e evolução espiritual.

PERGUNTA FREQUENTE
Se a grande lei universal é a do amor, como pode alguém chegar a perdoar e amar um inimigo?

As leis divinas, ou leis cósmicas, são sábias e perfeitas. Elas conduzem os seres, de forma inexorável, no rumo da perfeição.
Nos casos de inimizades é a reencarnação que transforma ódio em amor, porque os pais não estarão vendo no seu bebê, o que ele foi no passado. Seu amor pelo filho, ou filha que geraram, anula ou desfaz o energismo negativo que lhes possa “subir” do inconsciente.

O mesmo acontece com a criança. Mas ocorre por vezes que mais tarde, com seu crescimento, e conforme o espírito vai se apossando mais e mais do corpo carnal, aqueles velhos ódios vêm à tona, embora atenuados. Isto depende também do tanto de amor que esteve presente desde os primeiros momentos de sua nova vida.

Isto explica os casos de grandes conflitos entre pais e filhos, e até mesmo de ódios totalmente inexplicáveis, sem a chave da reencarnação.
Mas mesmo os piores ódios do passado vão encontrando o perdão e a pacificação ao longo dos longos percursos das vidas sucessivas.

PERGUNTA FREQÜENTE
Por que nasce uma criança com inclinações para o bem, e outra que desde cedo demonstra possuir uma natureza má, perversa ou desonesta?
Se acreditamos que Deus é sábio, todo-poderoso, justo e bom, não dá para entender porque faria uns nascerem com boa índole, conduta firmada na ética e outros valores, sendo candidatos naturais ao Céu, e outros com má índole, desonestos, agressivos, perversos... perfeitos candidatos ao Inferno, conforme a crença cristã.

Impossível entender que um Deus justo e bom, pudesse criar seres imperfeitos, com tendências negativas, inclinações para o mal, para depois atirá-los a sofrimentos eternos; arrancar dos braços das mães seus filhos pecadores para lançá-los no inferno. Como essas mães iriam sentir-se no céu, sabendo que aqueles a quem mais amam estão nos mais tenebrosos sofrimentos, sem direito sequer a uma nova chance... E tudo isto pela eternidade a fora?

Quem nasce com boa índole demonstra que já adquiriu esses valores nas vidas passadas. O mesmo ocorre com relação às mais diversas aptidões, inclinações, inteligência, etc. Também os que apresentam desvios de caráter, agressividade, pouca inteligência e aptidões desde pequenos, estão apenas vivenciando suas próprias aquisições no passado reencarnatório, ou ainda, sua pouca idade sideral.

É inconcebível acreditar que um Deus justo e bom pudesse criar seres, fazendo uns nascerem em condições míseras, limitados pela cegueira, surdez, paralisias, deformações as mais diversas e com outras tantas causas de sofrimentos atrozes, e outros com belos corpos e saúde perfeita.
Da mesma forma é impossível ver justiça em se criar seres com pouca inteligência, ou em condições de miséria e pobreza, e outros inteligentes, com várias aptidões ou em berço de ouro.

Na verdade, sem a chave da reencarnação, nenhum arranjo teológico será jamais capaz de explicar satisfatoriamente tantas diferenças no trato do Criador com suas criaturas.

Mas o conhecimento da reencarnação nos permite entender que somos hoje o resultado do que fizemos em vidas passadas; que Deus não nos castiga por nossos erros, mas os mecanismos das suas leis nos levam, através de situações adequadas, ao resgate das nossas culpas e aos aprendizados de que estamos precisando.
PERGUNTA FREQÜENTE
Deus perdoa nossas culpas?

Para que alguém perdoe é preciso que sinta-se ofendido.
Não faz sentido acreditarmos que Deus se ofende com os nossos erros, mesmo porque Ele não nos criou perfeitos, portanto, errar está em nossa natureza e faz parte do nosso processo evolutivo.
Ao invés de simplesmente perdoar nossas faltas, o que não seria educativo, Ele nos oferece sempre novas oportunidades através das reencarnações, para nos reajustarmos ante a vida.

Deus estabeleceu leis para regerem a nossa evolução e elas estão impressas nos registros da nossa consciência. É por isso que o ser humano traz em sua intimidade o conhecimento do bem e do mal. Sendo assim, nenhum tipo de perdão, nem mesmo o perdão divino, poderia acalmar uma consciência pesada. Só mesmo o resgate, o reparo do mal que foi feito, poderá aliviá-la.
Uma consciência culpada, mesmo que essa culpa esteja arquivada no inconsciente, por fatos ocorridos em vidas passadas, atua como um núcleo de energismo específico que atrai situações de resgate.

Deus é sábio, justo, e é todo amor. Ele sabe exatamente o que fazer com seus filhos rebeldes. Só que a Sua sabedoria não violenta a nossa pequenez espiritual. Ela nos ampara e nos conduz pelos caminhos da nossa evolução.
Assim, conhecendo a reencarnação e a lei de causa e efeito, podemos amar Deus pela grandiosidade da sua sabedoria, a justiça com que rege a vida, e o amor cuja presença podemos sentir vibrando, desde a intimidade dos nossos corações, até a vida animal, e até mesmo a vegetal.

Sabe-se que nos primórdios do cristianismo essa idéia, talvez de forma não muito clara, era aceita, e chegou a ser ensinada por alguns “pais da Igreja” como Orígenes, Plotino e Clemente de Alexandria. Até mesmo Santo Agostinho, em (Confissões, I, cap. VI), escreveu: “Não teria eu vivido em outro corpo, ou em outra parte qualquer, antes de entrar para o ventre de minha mãe?”

Mas quando o cristianismo instituiu-se, assumindo o formato da Igreja Católica, acomodando-se ao paganismo de Roma, adotando e adaptando algumas das suas práticas, tais como os rituais, a hierarquia, as imagens, etc., afastando-se do modelo ensinado por Jesus que era o da simplicidade, da pobreza e do amor acima de tudo, precisou eliminar aquela idéia. Se não o fizesse, acabaria desestruturando seu edifício e perdendo o bastão do próprio poder, porque a reencarnação é um conhecimento que liberta. Já não seria a Igreja a detentora das chaves do Céu. Seu poder se esvairia como fumaça se os fiéis não mais pudessem ser atemorizados com as ameaças das chamas do inferno, ou atraídos pelas glórias e delícias do Céu.

Então, todos os cristão, sob pena de serem tachados de herejes, foram forçados a acreditar no dogma que afirma ser o espírito criado na concepção.
Tal crença, incutida no psiquismo dos fiéis ao longo dos séculos (sempre acompanhada do medo de pecar e sofrer por isso terríveis castigos e conseqüências) criou poderosas algemas do pensamento, que foram se cristalizando mais e mais a cada nova encarnação ocorrida num meio cristão. Tanto que, hoje, o simples fato de tentar questionar algum dogma da Igreja católica ou das evangélicas deixa o fiel apavorado, pelo medo de estar cometendo terrível pecado e ter de pagar por ele.
Mas Jesus disse: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.”

A qual verdade estaria o Mestre se referindo? Certamente a nada que Ele ensinara, porque disse “conhecereis”, ou seja, no futuro. E nem Ele, nem seus seguidores apresentaram algum novo conhecimento que poderia representar tal verdade.
Isto está cristalinamente claro.

Quando disse “A verdade vos libertará”, deixou claro que seus seguidores se encontravam e continuariam se encontrando prisioneiros de algum engano, até que o conhecimento da verdade, no futuro, viesse libertá-los.
Não há qualquer arranjo teológico que possa mostrar outra verdade libertadora que veio depois de Jesus, a não ser o conhecimento da reencarnação e da lei de causa e efeito, trazida pelo espírito que se assinou como A Verdade, apresentando na seqüência todo um universo de informações que foram magnificamente codificadas por Allan Kardec. (V. O Livro dos Espíritos)

Convém observar também que as verdades que o Mestre ensinou não eram de molde a libertar alguém. Uns dirão que elas libertam do pecado, mas o mundo cristão continua tão “pecador” como sempre. Portanto, se alguém analisar estas questões em profundidade e sem as amarras do condicionamento psicológico a que nos referimos anteriormente, acaba ficando maravilhado com tamanha lógica e tal demonstração da sabedoria e de amor do nosso Criador, ao criar a lei que determina a evolução dos seres através das vidas sucessivas.

Essa sim é uma verdade realmente libertadora. Quem acredita na reencarnação e na lei de causa e efeito sente-se realmente livre, dono de si mesmo e único responsável pelos próprios passos, sabendo, no entanto, que tudo que semear, terá de colher.

Outra questão perturbadora é o fato de cada uma das centenas de religiões cristãs afirmar que é a única, a verdadeira, a legítima representante de Deus. Então, se sou da religião X e acredito firmemente que a minha é a verdadeira, como fica a situação das pessoas das outras religiões que também acreditam, com toda firmeza e sinceridade que as suas religiões são as verdadeiras? Se a linha demarcadora entre elas é tão tênue, como pode alguém saber qual é a legítima?
No entanto Jesus não criou qualquer religião. Ele apenas ensinou uma ética de vida, afirmando em várias oportunidades que a cada um será dado de acordo com suas obras.

Ele nunca disse que alguém vai para o inferno porque acredita nisso ou naquilo, mas sempre ensinou a vivência dos valores da alma.
Quanto à idéia da reencarnação, é muito antiga. É encontrada em quase todos os sistemas religiosos do mundo, mesmo entre as tribos selvagens mais afastadas umas das outras; em todos os continentes da Terra e desde os povos mais antigos. Isto mostra que essa idéia não foi inventada. É como se ela tivesse surgido junto com o ser humano, um conhecimento do próprio espírito.

Grandes pensadores como Pitágoras, Sócrates e Platão, tinham-na como fundamento filosófico.
Mas as idéias da reencarnação e da lei de causa e efeito (carma) também estão expressas em vários momentos na própria Bíblia.

No episódio da transfiguração, depois que Jesus conversou com Moisés e Elias na presença de Pedro, Tiago e João, estes lhe perguntaram: “Por que dizem os escribas ser necessário que Elias venha primeiro? Ao que o Mestre respondeu dizendo que Elias já viera, mas não o reconheceram. Então os discípulos entenderam que Ele falava de João Batista” (Mateus 17:12 e 13).
Ora, se Elias foi também João Batista, isto só pode ter se dado mediante a reencarnação, porque diante de Jesus ele apresentou-se em sua antiga forma, quando fora profeta do Velho Testamento.

Em Mat.11:14, essa assertiva é confirmada por Jesus, quando, referindo-se a João Batista, diz: “Se puderdes compreender, ele mesmo é Elias que devia vir”. Observe-se que o Mestre tinha dúvidas sobre a capacidade de entendimento dos discípulos, porque disse: “Se puderdes compreender...”

A idéia da reencarnação também aparece em outros textos:
Em Mat. 16:13 e 14 se diz: “E Jesus perguntou aos seus discípulos: Quem dizem os homens que eu sou? E responderam: uns, João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou algum dos profetas”.
Ora, como poderia ser Jesus algum desses profetas do Antigo Testamento, a não ser pela reencarnação?

Já com Nicodemus, que era doutor da lei, o Mestre foi mais explícito:
“O que é nascido da carne, é carne; o que é nascido do espírito é espírito; não te admires de eu dizer: “Necessário vos é nascer de novo” (João 3:6).
PERGUNTA FREQÜENTE:
Existem espíritos? E reencarnação?
Há muitos estudos sérios sobre essas questões.

Sugerimos aos que quiserem conhecer melhor a pesquisa científica dos fatos relacionados ao espírito - que vêm ocorrendo desde a metade do século dezenove - a buscarem essas informações na extensíssima bibliografia que há sobre o assunto, principalmente na mais recente.

Para facilitar, podemos, dentre outras, citar as seguintes pesquisas:
Cientistas ex-soviéticos, demonstrando com a fotografia kirliana que possuímos mais dimensões do que supúnhamos;

Equipe do Dr. Ian Stevenson, Diretor do Departamento de Psiquiatria e Neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Virgínia (EUA) que na década de 60 já havia investigado mais de 600 casos, pesquisas essas publicadas no livro VINTE CASOS SUGESTIVOS DE REENCARNAÇÃO. Em 1997 publicou em dois tomos, contendo 2.500 páginas (ainda não traduzido para o português) BIOLOGY AND REINCARNATION, tendo como base pesquisas sobre marcas de nascença. Nesse livro Dr. Stevenson afirma que até o ano 2010 a ciência concluirá que a reencarnação é lei biológica;
Equipe do Professor H. N. Banerjee na Universidade de Jaipur, Índia, sobre reencarnação, com mais de 3000 casos catalogados;
O físico francês Dr. Patrick Drouot, com suas pesquisas sobre o fenômeno da reencarnação à luz da física moderna;

Dr. William Croockes, sobre materializações de espíritos.
Dr. Robert Crookal, autoridade mundial em Experiências Fora-do-Corpo, afirmando a existência dos corpos espiritual e etérico;
Drs. Carlis Osis e Ingo Swann com notáveis experimentos em viagens astrais, ou Experiências Fora-do-Corpo;
Equipe do médico Dr. Raymond Moody Jr., nos EUA, sobre EQM (Experiências de Quase Morte), nas quais o paciente desdobra-se para uma outra dimensão, da qual observa o próprio corpo e relata fatos dos quais não poderia ter tomado conhecimento através dos sentidos físicos;
Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas de S. Paulo, sobre Modelo Organizador Biológico (corpo espiritual), reencarnação e poltergeist;
O neurologista, Dr. Núbor Facure, em pesquisas sobre a neurofisiologia da mediunidade;
Dr Sérgio Felipe de Oliveira, com pesquisas sobre a comunicação com o mundo espiritual, usando tecnologia de ponta, na USP.
Dra. Barbara Ann Brennan, cientista pesquisadora da NASA, Mestrado em Física Atmosférica, com seus estudos e experiências no campo da energia humana e no conhecimento dos corpos sutis do ser, relacionados com enfermidades e curas, com diversas publicações como, por exemplo, MÃOS DE LUZ;

Em vários países da Europa, nos EUA e também no Brasil, a TCI – Transcomunicação Instrumental, ou seja, comunicação de espíritos através de aparelhos eletrônicos;
Inúmeros profissionais da saúde, como por exemplo os Drs. Morris Netherton, Bryan Weis, Edith Fiori, Denys Kelsey, sobre regressão de memória a vidas passadas;

No Brasil, instituições como o INTVP, a ABEPTVP, SBTVP assessorando e preparando profissionais da saúde para trabalharem com regressão terapêutica a vidas passadas;
Universidades, como a de S. Paulo (USP), incluindo em seu currículo o curso de Medicina e Espiritismo - Integração Cérebro, Mente, Corpo e Espírito;
E ainda, a contribuição da Associação Médico-Espírita de S. Paulo em seus mais de 30 anos de existência, com a realização de Congressos, Seminários e Jornadas voltados para as questões da saúde sob ótica espírita, como por exemplo:

- Interação Cérebro-Mente - Dr. Nubor Facure.*
- As Operações Espirituais - Dr. Ary Lex.
- Universo dos Fenômenos Paranormais e Mediúnicos - Dr.Valter da Rosa Borges.
- As Bases Neurológicas das Atividades Espirituais - Dr. Nubor Facure.
- A Física Moderna e o Espiritismo - Dr. Ney Prieto Peres.
- Evolução do Sistema Nervoso e Funções Neuropsíquicas - Dra. Irvênia Di Santis Prada.
- Ação do Espírito sobre o Sistema Imunológico - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira.*
- Kirliangrafia - Dr. Wilson Pikler.
- Tratamento Bio-Psíquico-Espiritual - Dr. Jaider Rodrigues de Paulo.
- Regressão de Memória para fins terapêuticos - Dra. Maria Julia Prieto Peres.*
- TCI (comunicações dos espíritos através de aparelhos eletrônicos) e a Física Moderna - Dr. Ney Prieto Peres.
- Psicografia à Luz da Grafoscopia - Dr. Carlos Augusto Perandréa* - comprovando através da grafoscopia a escrita de espíritos, através de médiuns (psicografia).

- Física Moderna e o Novo Paradigma - Dr. Valdyr Rodrigues.
- A Síndrome da Personalidade Múltipla - Hermínio C. Miranda.
- Limites entre Processo Obsessivo e Doenças Mentais - Dr. Jorge Andréa.*
- Corpo Espiritual e sua Natureza - Dra. Alcione Rebelo Novelino.
- Neurofisiologia – Estados Alterados de Consciência - Dr. Fernando Luiz de Azevedo Rabelo.*
- Epífise: Glândula da Vida Mental - Dra. Marlene Rossi Severino Nobre.- As Funções Verticais do Cérebro - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira.
- Bioenergia e corpo energético, de interação físico-extrafísico. Fonte do mapeamento da acupuntura - Dr. Samuel de Souza.*
- Ectoplasma: aspectos teóricos e práticos - Prof. Dr. Matthieu Tubino.*

APRESENTANDO:
* Dr. Nubor Facure - Médico Neurologista. Fundador e Diretor do Instituto do Cérebro da UNICAMP – Universidade de Campinas-SP.
* Dr. Sérgio Felipe de Oliveira - Médico, Pós-graduado do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de S. Paulo (USP). Diretor Clínico do Pineal-Mind Institute, de S. Paulo. Diretor de Dep. de Saúde Mental da AME-SP – Ass. Médico-Espírita de S. Paulo.
* Dr. Jaider Rodrigues de Paulo - Médico, Pós-graduado em Psiquiatria. Diretor Médico do Hospital Espírita André Luiz.
* Dra. Maria Julia Prieto Peres - Médica Psiquiatra. Vice-Diretora do INTVP – Inst. Nacional de Terapia de Vivências Passadas.
* Dra. Marlene R. S. Nobre - Médica ginecologista. Especialização na área de Psiquiatria da Infância e da Juventude. Presidente da AME-SP
* Dr. Carlos Augusto Perandréa - Perito Judicial especializado em grafoscopia.
* Dr. Jorge Andréa dos Santos - Médico Psiquiatra, autor de vários livros. Dedica-se ao estudo científico da paranormalidade e psiquiatria.
* Dr. Fernando Luiz de Azevedo Rabelo- Médico psicoterapeuta do Hospital Miguel Couto- RJ.

Há também a coleção de livros intitulada Aprendendo sobre o Espírito, da autoria de Flávio Távora Pinho.

No primeiro volume (com o subtítulo ”Ciência”), o autor apresenta as pesquisas científicas que têm sido realizadas até aquela data, com breves históricos sobre os pesquisadores e seus trabalhos.

Távora, durante os cursos que fez nos EUA e na Inglaterra, como Coronel-Aviador da FAB, teve oportunidade de inteirar-se de pesquisas realizadas naqueles países, conhecimentos esses que lhe deram o suporte necessário para escrever as citadas obras.

Você pode conhecer mais profundamente estes assuntos lendo O Livro dos Espíritos, ou O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec.)

Quanto mais civilizado um povo, mais justas, coerentes e sábias são as suasleis, visando possibilitar aos transgressores sempre novas oportunidades de se reajustarem com elas e com a sociedade.

Se os homens, imperfeitos como são, possuem tais noções de justiça, de sabedoria e também benevolência, acredita que Deus, o Criador e mantenedor de tudo, faria leis tão injustas e tão cruéis, como as que se encontram no Antigo Testamento da Bíblia?
Teria sido mesmo Deus quem as fez?
(V. página Bíblia, neste site, ou então faça download do livrinho Temor A Deus, na página downloads)
Muita gente morre de vontade de saber quem foi em suas vidas passadas, esperando sempre encontrar-se como alguém famoso ou importante.
Mas, o que importa saber quem fomos?
Importante é saber honrar que somos hoje para que venhamos a ser melhores no futuro.

Se a teoria da evolução através da reencarnação foi inventada por alguém, como dizem, quem a inventou?
Foi Satanás? Foram seres humanos?
Se foi Satanás ou mesmo seres humanos, então eles seriam bem mais sábios e teriam mais elevado senso de justiça do que Deus.

SOMOS CULPADOS?

O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco, num seminário sobre o perdão e o auto-perdão, disse: "Nós não somos culpados, nem pecadores. Somos responsáveis.

Quando somos responsáveis, assumimos as conseqüências dos nossos atos. E como é inevitável, nós não somos punidos, somos convidados à responsabilidade. E para responsabilidade o processo penalógico não é punitivo, é reparador. No Código penal da vida futura, Kardec abre uma colocação sobre a vida dos desencarnados a partir da nossa vida terrestre.

É o mais belo código penalógico da humanidade. Todos nós erramos e temos o direito de errar. Logo após o erro, que é uma experiência, passamos inevitavelmente por três fases: como pessoas inteligentes e responsáveis, ao nos darmos conta do erro arrependemo-nos, mas isso não basta.

O arrependimento é a conscientização entre o ego e o self, a ponte que estabeleço entre o ego, aquilo que apresento, e o ser real que eu sou. Dou-me conta de que não deveria ter feito aquilo, porém eu fiz. Lamento. E dentro da visão da moderna psicologia, lamentar sem queixar-se é muito saudável.

Cair em si e arrepender-se.
Então lamentar aquele tempo é buscar o ensejo de recuperá-lo, não é ser punido, não é ser a vítima de uma culpa, é ser responsável e como tal, recuperar-se diante daquele acontecimento infeliz, diante daquela ocorrência."

E podemos acrescentar que essa recuperação muitas vezes só é possível numa vida futura, ou em vidas futuras.
Eis a beleza das leis da reencarnação e de causa e efeito, permitindo-nos pacificar a consciência e o coração, e sentir a leveza de ser e de poder refazer.

A Mediunidade é um canal entre nós
e a dimensão Espiritual.

Ele pode ser de luz ou de sombras...
Cabe ao médium iluminar esse canal com os valores mais
nobres da vida, utilizando-o para a prática do bem...
... ou torná-lo em instrumento de interesses
rasteiros, gerando sofrimentos para si mesmo,
nesta mesma vida e em futuras reencarnações.

Muitos médiuns, antes da sua reencarnação, aceitaram a tarefa mediúnica como opção de resgate de erros de vidas passadas. Por isso não se trata de pessoas diferentes, favorecidas ou desfavorecidas pela vida.
Mas todo aquele que comece a sentir sintomas que indicam mediunidade, deve começar a pensar com seriedade sobre o assunto.

Não é em vão que os poderes superiores nos dão faculdades mediúnicas. Elas existem para podermos entrar em contato com o mundo espiritual, receber notícias dos que se foram, esclarecimentos sobre a vida nessa outra dimensão, sobre as leis naturais e sobre todos aqueles “porquês” que tanto angustiam a alma humana. Mas existem principalmente como instrumentos para a prática do bem, no atendimento a espíritos sofredores e obsessores, no consolo aos aflitos de toda natureza e para alívio e cura de enfermidades do corpo e da alma.Sabe-se que a tarefa mediúnica é programada antes da reencarnação e, muitas vezes, ela representa uma troca nas formas de resgate kármico. Digamos que um espírito, conhecendo ou lembrando-se de uma ou mais de suas vidas passadas, nas quais cometeu faltas graves perante a Lei Maior, decide-se a resgatá-las. Entende então, que para acabar com aquele remorso, retirar aqueles “pesos” de sua consciência profunda, precisa renascer na Terra e purgar suas culpas numa existência de sofrimentos ou limitações.

Nessas situações, e quando há merecimento de sua parte, ele pode conseguir uma troca. Em vez de reencarnar com um programa de vida repleto de dores e aflições, irá retornar á matéria trazendo um compromisso de trabalho mediúnico. É a permuta de sofrimentos por uma tarefa de amor. E lembramos, a propósito, que o apóstolo afirmou: “O amor cobre uma multidão de pecados”.

Assim, em vez da doença, da penúria, das deficiências físicas ou problemas semelhantes, esse espírito reencarna trazendo compromisso de trabalho mediúnico, inteiramente gratuito, visando apenas fazer o bem, ajudar o próximo necessitado.

Também é verdade que muitos médiuns sofrem... e muito. Sem dúvida sofreriam muito mais, não fosse a sua tarefa mediúnica.
Mas há também casos de mediunidade que não representam resgate, mas uma tarefa de amor que alguém resolveu assumir.

Se o sofrimento é caminho de evolução, também é instrumento de contenção e de equilíbrio. A dor, queiramos ou não, nos preserva de muitas quedas espirituais, e muitas almas valorosas não a dispensam de suas programações reencarnatórias.

Sempre que alguém vai voltar à terra comprometido com tarefa mediúnica, os mentores elaboram um planejamento para suas futuras atividades. Eles também o preparam devidamente, para poder servir, quando na Terra, como intermediário entre os encarnados e os desencarnados.
O futuro médium então renasce e cresce, recebendo os devidos cuidados da parte dos espíritos responsáveis pela sua tarefa.

Então, ao aproximar-se a época em que deve iniciar a sua atividade mediúnica, começam a lhe ocorrer coisas estranhas: perturbações as mais variadas, doenças que os médicos não conseguem diagnosticar, acidentes anormais, sensações perturbadoras como arrepios e formigamentos, sonhos esquisitos, pesadelos, dores de cabeça, visão ou audição de espíritos, e outras semelhantes.
Nessas ocasiões sempre aparece alguém para dizer que isto pode significar mediunidade.

Pois bem, quando o médium, obedecendo ao compromisso assumido, inicia o desenvolvimento de suas faculdades, também passa a merecer assistência dos bons espíritos, que irão orientá-lo e ajudá-lo de acordo com permissão superior. Mas, para que possa receber essa ajuda é necessário que se torne merecedor, sendo dedicado, responsável, e procurando melhorar sempre as próprias atitudes, tornado-as mais compatíveis com a nobreza de uma tarefa no bem.

O médium deve também trabalhar, sem cessar, pela própria evolução ou crescimento interior; dedicar-se a leituras de elevado teor espiritual, como por exemplo “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A conduta reta e o amor fraterno representam a sua segurança e equilíbrio como medianeiro entre a dimensão material e a espiritual. Isto é fundamental para fortalecer o seu campo energético e situá-lo fora da faixa de sintonia com entidades inferiores.

Nos meios espíritas é onde poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.

Mas a mediunidade também pode ser uma faca de dois gumes: com Cristo, na caridade mais pura e sob a direção de pessoas experientes e verdadeiramente fraternas, apresenta-se como ponte de luz entre a Terra e o Céu. Mas quando se propõe ao atendimento a interesses rasteiros, ao ganho de bens, de posições, de influência ou status, ou pior ainda, a fazer o mal, ela se transforma em canal para espíritos das sombras com resultados imprevisíveis, mas sempre muito ruins.

E o pior ocorre no retorno ao mundo espiritual, depois da morte. Ali, o médium faltoso terá de amargar suas dores, seus remorsos e o resultado de suas ações irresponsáveis ou antifraternas, sem falar em que terá de recomeçar tudo outra vez, e em condições mais desfavoráveis.

Na maioria dos casos, o candidato a médium começa a receber o chamamento para a tarefa e não atende; muitos por medo, outros por acomodação e outros ainda, por causa de suas religiões, pois a maioria delas, sem conhecerem bem o assunto, condenam a mediunidade e a comunicação dos espíritos.

Mas as suas faculdades certamente começarão a aflorar, mesmo assim, no tempo previsto. Só que, pela falta de orientação adequada e pelo não cumprimento do compromisso assumido antes da reencarnação, elas podem transformar-se em canal para as mais diversas perturbações, podendo desembocar em doenças ou em desequilíbrios os mais variados, de conseqüências imprevisíveis.
É preciso, no entanto, ver que não foi a mediunidade a causadora desses problemas, mas sim, o descaso do próprio médium que deixou de cumprir seus compromissos.

PERGUNTA FREQUENTE
É possível que todas as pessoas sejam médiuns?
De certa forma todas as pessoas são médiuns, porque todas são passíveis de serem influenciadas pelos espíritos, mas quando falamos em médium a referência é feita aos que tem essas faculdades mais desenvolvidas, capazes de transmitir o pensamento dos espíritos, ou servir como veículo para suas manifestações na matéria.

Há médiuns, desde aqueles que possuem faculdades apenas latentes, até aqueles outros nos quais elas se apresentam com toda a sua potencialidade.
Os primeiros, regra geral, não têm maiores compromissos nesse terreno, enquanto uma mediunidade estuante certamente está informando que há tarefas de maior ou menor abrangência em sua pauta reencarnatória.

Também há casos em que a tarefa é ampliada no decorrer dos anos, a depender do desempenho do médium, enquanto em outros ela não chega a ser cumprida em sua totalidade. E há também aqueles, infelizmente muitos, que a abandonam a meio do caminho, sem falar nos que nem chegam a iniciá-la.

Na maioria dos centros espíritas há cursos para médiuns, com estudos doutrinários e sobre mediunidade, nos quais os participantes vão aprendendo a se concentrar e a educar suas faculdades. Isto é muito importante para que a sua tarefa possa desenvolver-se com equilíbrio e dentro dos princípios de ética ensinados pelo Espiritismo.
A mediunidade praticada com amor, dedicação e desprendimento é fator de equilíbrio e paz para seu portador.

PERGUNTA FREQÜENTE
Quais são as principais atividades mediúnicas desenvolvidas num centro espírita?
As principais atividades mediúnicas nos centros espíritas são a desobsessão e o atendimento a espíritos sofredores.
Alguns centros também se dedicam a curas através da mediunidade, nos mais variados formatos.

Mas as faculdades mediúnicas também são utilizadas para contatos com espíritos orientadores, para recepção de mensagens, para escrita de livros, e muitas outras finalidades voltadas para o bem.
E há ainda a pintura de quadros, por espíritos de pintores, a composição de músicas, etc.

Nos meios espíritas é onde o médium poderá encontrar maior segurança para suas atividades, porque é onde melhor se conhece e mais seguramente se trabalha no campo mediúnico.

Se costumas cultivar animosidade, pessimismo, tristeza ou amargura, procura fazer tudo para mudar esse quadro. Idéias e emoções negativas formam um ambiente psíquico pesado em ti e em torno de ti, afastando o bem que pode estar chegando pelo caminho.